A esquerda nao se preocupa dos direitos das mulheres, democracia, ou direitos de homossexuais (Portugues)

O site Brasileiro Pletz.com (www.pletz.com) tem um bom artigo que pergunta porque a esquerda apoia incondicionalmente os árabes-palestinos em sua guerra contra Israel?

A esquerda fala de sua paixão pela democracia (“a voz do povo…”). Mas é exatamente em Israel que a democracia funciona plenamente, em contraposição ao que ocorre com todos os que o consideram como inimigo: países árabes e islâmicos. Arafat é um líder autoritário, ditador corrupto, mas a esquerda o adula, protege e defende.

A esquerda diz preocupar-se com os direitos da Mulher. Mas é exatamente em Israel que este conceito é plenamente aceito e assegurado, existindo mesmo já antes da proclamação da sua independência em 1948. Israel foi o primeiro país a integrar as mulheres às suas forças armadas e nas polícias, prática que hoje é corriqueiramente adotada pela maioria dos países ocidentais. Concomitantemente, a situação dos direitos da Mulher nas nações islâmicas é a mais deplorável dentre todos os países do Planeta.

Uma das maiores preocupações da esquerda refere-se aos direitos dos homossexuais. Mas é ainda em Israel que os seus direitos são respeitados e assegurados, enquanto que no Egito e outros países árabes e/ou islâmicos a homossexualidade é considerada crime e o infrator é severamente punido, amargando longas penas de prisão.

Para ler o artigo completo clique abaixo.





Por que a esquerda apoia incondicionalmente os árabes-palestinos em sua guerra contra Israel?
Salomon Mizrahi
http://www.pletz.com/
artigos/esquerda.html

Por que a esquerda, que se considera uma reserva moral e defensora do humanismo, apoia Yassir Arafat e sempre justifica as ações dos grupos para-militares árabes-palestinos que assassinam, indiscriminadamente, a população israelense?

Essa questão é raramente perguntada. É considerada letra morta que a esquerda apoie os árabes-palestinos e que demonstre empatia para com a causa árabe (e os valores do Islã) em sua guerra contra Israel.

A priori essa questão parece paradoxal, pois pela lógica esse apoio incondicional é completamente antagônico aos valores defendidos pelas esquerdas. Mais precisamente, devemos lembrar que os princípios humanistas que a esquerda clama defender são os mesmos defendidos por Israel, mas não pelos seus jurados inimigos.

A esquerda fala de sua paixão pela democracia (“a voz do povo…”). Mas é exatamente em Israel que a democracia funciona plenamente, em contraposição ao que ocorre com todos os que o consideram como inimigo: países árabes e islâmicos. Arafat é um líder autoritário, ditador corrupto, mas a esquerda o adula, protege e defende.

A esquerda diz preocupar-se com os direitos da Mulher. Mas é exatamente em Israel que este conceito é plenamente aceito e assegurado, existindo mesmo já antes da proclamação da sua independência em 1948. Israel foi o primeiro país a integrar as mulheres às suas forças armadas e nas polícias, prática que hoje é corriqueiramente adotada pela maioria dos países ocidentais. Concomitantemente, a situação dos direitos da Mulher nas nações islâmicas é a mais deplorável dentre todos os países do Planeta.

Uma das maiores preocupações da esquerda refere-se aos direitos dos homossexuais. Mas é ainda em Israel que os seus direitos são respeitados e assegurados, enquanto que no Egito e outros países árabes e/ou islâmicos a homossexualidade é considerada crime e o infrator é severamente punido, amargando longas penas de prisão.

É em Israel que existe um sistema judiciário independente do poder executivo e de tradição essencialmente liberal. É em Israel que existe uma imprensa de esquerda livre e independente. É em Israel que os partidos de esquerda ficaram mais tempo no poder que todos os outros partidos juntos. Enquanto que os proclamados inimigos de Israel, ditaduras ou monarquias autoritárias, não permitem o funcionamento de partidos de esquerda, nem outros partidos que façam parte da Internacional Socialista.

Pergunta-se então, por que a esquerda lidera manifestações e discursos anti-Israel? Por que a virulência das resoluções anti-Israel, propostas por ONGs (retiro das viúvas de Stálin e Trotsky), na Conferência contra o Racismo em Durban, em 2001?

Só há uma explicação:

Na realidade, a esquerda não tem como preocupação central os direitos das mulheres, um poder judiciário independente, os direitos das minorias, a democracia, os homossexuais e quase tudo que clama defender em suas manifestações públicas. Como exemplo, vamos nos recordar de sua feroz condenação à guerra dos EUA contra o Taliban e o grupo terrorista Al-Qaeda no Afeganistão, sem ao menos reconhecer que uma conseqüência positiva da guerra foi ter tirado as mulheres afegãs da sua condição de animal doméstico.

Quase todas as causas que a esquerda diz defender, empregando discursos nobres e frases de efeito, servem apenas para encobrir sua real finalidade: derrotar o capitalismo e os assim chamados valores judaico-cristãos do Ocidente, para substituí-los por sua utopia: um “novo socialismo” e “novos valores” que conduzirão a Humanidade para um “Mundo mais justo”. Para a esquerda até o intolerante fundamentalismo islâmico é preferível à “democracia burguesa”.

Freud diria que este é o antagonismo entre os valores do pai com os do filho. Os EUA representam tudo o que a esquerda repudia e quer destruir: É o país que possui maior religiosidade, embora o seu sistema de governo seja democrático e secular, é o paradigma do capitalismo, e é também a maior força econômica, militar e cultural dentre as Nações.

Por que Israel é odiado pela esquerda? Porque Israel partilha os mesmos valores dos EUA. É religioso, mas também conta com um sistema de governo democrático e secular. Valoriza a economia de mercado, e é visto como uma força militar, econômica e cultural do Oriente Médio. E mais, lá não se depredam restaurantes da rede de lanchonetes McDonald e o mote “Yankee go home!” nunca foi usado.

E como os EUA, Israel valoriza sua identidade nacional, e não a do “Mundo”, como pregado cinicamente pela esquerda. Contraditoriamente, a esquerda exalta o nacionalismo dos ditadores plantonistas, desde que ele seja antiocidental, mais especificamente antiamericano e anti-Israel: Taliban, OLP, Irã, Iraque, Líbia, Zimbabwe, Cuba , Coréia do Norte, Síria, etc…

Com um apoio automático dos 56 países islâmicos, de cínicos países europeus e de países terceiro-mundistas, que vendem seus votos por meia-dúzia de barris de petróleo, a ONU transformou Israel em um estado pária. Já antes de Bush (filho) assumir a presidência dos EUA, a esquerda proclamara o binômio EUA-Israel como seu “eixo-do-mal”.

Portanto, a questão “porque a esquerda apoia os árabes-palestinos” com tanto zelo, e reage com fria indiferença quanto à “sorte” da minoria cristã da Nigéria (onde os cristãos são ocasionalmente massacrados às centenas), dos animistas Negros do sul do Sudão (trucidados e escravizados pelo governo fundamentalista islâmico) ou dos Coptas no Egito (cujos direitos como minoria cristã são sistematicamente violados) é extremamente importante.

Esse apoio não se deve porque a esquerda tem maior simpatia pela causa dos árabes-palestinos do que para com os sudaneses do sul. Ele simplesmente decorre da carga de ódio de tudo que for relacionado com EUA e Israel. Para a esquerda, o que esses dois países fizerem deve ser automaticamente condenado, pois qualquer ato reconhecido como positivo será um entrave à sua luta para realizar a sua utopia. É por isso que a esquerda considera essencial apoiar os árabes-palestinos em sua guerra contra Israel, pois acredita que eles são capazes de combater e minar os países do seu “eixo-do-mal”, acelerando assim a sua destruição.

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Salomon S Mizrahi, Professor, Departamento de Física, Universidade Federal de São Carlos - E-mail: salomon@df.ufscar.br

Transcrito do jornal Primeira Página, São Carlos, 09/08/2002

Posted by David Melle
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