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September 07, 2002
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No Limite (Portuguese)

A jornalista Li-Chang Shuen publicou um artigo excellente em um jornal local em São Luís/MA:

Em três meses, foram 12 atentados. Uma centena de pessoas mortas. Feridos, mutilados e para sempre marcados pelo horror foram 447. É pouco? Sim, para os homicidas-suicidas palestinos.

Em março o terror era semanal, diário, em questão de horas. Apenas apoiar o queixo com as mãos, de tão caído pela brutalidade dos ataques, não era o suficiente.

Ariel Sharon colocou as Forças de Defesa de Israel em ação. O mundo chiou. Castigo coletivo para uma população pobre e desesperada, era a alegação da comunidade internacional. A mesma que calou quando seis milhões de judeus foram mortos pelo regime nazista, sem distinção.

Veja o resto do artigo em seguida.

No Limite
Jornal local de São Luís/MA
Li-Chang Shuen, 19/5/2002

Em três meses, foram 12 atentados. Uma centena de pessoas mortas. Feridos, mutilados e para sempre marcados pelo horror foram 447. É pouco? Sim, para os homicidas-suicidas palestinos. Em março o terror era semanal, diário, em questão de horas. Apenas apoiar o queixo com as mãos, de tão caído pela brutalidade dos ataques, não era o suficiente. Ariel Sharon colocou as Forças de Defesa de Israel em ação. O mundo chiou. Castigo coletivo para uma população pobre e desesperada, era a alegação da comunidade internacional. A mesma que calou quando seis milhões de judeus foram mortos pelo regime nazista, sem distinção.

Saramagos e Arbex Jrs. da vida, intelectuais e pessoas esclarecidas correram para condenar a ação do premiê israelense, arrotando comparações oportunistas e cheias de visibilidade da estratégia de Sharon ao mais puro e simples nazismo. Alguém andou faltando a aulas de história na escola. E não foram poucos. Já que o mote era a comparação, bastava um olhar mais isento e apurado para concluir que associar as duas coisas, na menor das hipóteses, é um erro grotesco. Assim como grotesca é a forma com que Hamas, FLP, Fatah e Jihad´s por aí encontram para “resistir à ocupação sionista”. Mais uma vez as bombas são as palavras que essas organizações aprenderam, e ensinam suas crianças, a pronunciar em escolas e campos de treinamento que deveriam ser profissionalizantes. Para a vida, não para a morte. Aqui o mundo não chia.

Não emite um único pesar desprovido de hipocrisia em memória de cidadãos de uma democracia ameaçada por fanatismo, oportunismo e intolerância. Ou será que ninguém lembra que o Estado Palestino, para início de conversa, poderia ter hoje a mesma idade do Estado de Israel, de acordo com a ONU? Não, ninguém lembra que mal o novo país reconhecido pela Organização em 1948 foi declarado independente, os exércitos árabes trataram de levar seus garotos para uma missão fracassada de jogar “esses judeus” no mar. Se, em vez disso, eles tivessem não só reconhecido o indesejado vizinho quanto tratado da viabilização de uma pátria para os irmãos palestinos?

Para os amantes do futebol a resposta seria redondinha: o Bloomsfield Stadium seria palco de grandes jogos de torneios entre clubes dos dois países. Para empresários e investidores, duas nações com economias viáveis, em vez de uma só. Para os governantes, exemplo de democracia e cooperação entre vizinhos. Para a mãe israelense que vê seu filho vestir o uniforme de guerra, e para a mãe palestina que recebe “pensão” por cada filho transformado em mártir, apenas mais um lugar no mapa para ensinar às crianças que as diferenças não precisam ser suprimidas. Apenas compreendidas.

Em vez disso, temos pessoas alegremente fazendo suas compras num mercado, domingo de sol, pensando em seus afazeres cotidianos. Ou suspirando, bem ali em frente à banquinha de flores, por um amor que está longe. E temos um jovem que teria uma vida inteira pela frente para realizar seus sonhos , mas que alguns quilos de explosivos e uma determinação em aniquilar o outro, o diferente, fez com que essa história não tivesse um final feliz. Hoje foi em Netanya. Onde será amanhã?

Posted by David Melle at September 07, 2002 04:38 PM
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